Repetir a campanha de Obama é tarefa para poucos

A campanha de Obama foi mais uma cruzada, um movimento que surgiu dos cidadãos do que uma campanha tradicional direcionada pela cúpula. A internet mobilizou e deu coerência a esse movimento crescente. Mas foi algo fora do comum – será difícil para outro candidato repetir, se não tiver um carisma acima da média dos políticos.

Essas são algumas das idéias do reitor Christopher Arterton, da George Washingon University. Ele estará nos dias 15 e 16 em São Paulo, durante o 1º Seminário de Estratégia de Comunicação e Marketing, ao lado de quatro estrategistas que participaram da campanha de Barack Obama à presidência. O evento é uma iniciativa da própria universidade, com vários parceiros brasileiros.

Os profissionais do marketing – e os políticos – devem ter em mente que é possível influenciar, mas não controlar, observa Arterton. Eles devem pensar em iniciar um diálogo, do qual muitos participarão. Espera-se que a comunidade se torne muito maior do que quem a criou. Inovação e criatividade são bem-vindas, seja por email, sites, Twitter, rede social ou vídeos no YouTube.

O reitor conta que durante a campanha de 2008 muitos candidatos pediram aos eleitores para criar vídeos a partir de material disponível em seus sites. Hillary Clinton pediu a eles que escolhessem o jingle de campanha. Ou seja: trata-se de inovar na campanha eleitoral, mas com envolvimento direto dos internautas-militantes.

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