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Os desafios da construção e manutenção da imagem pública de empresas e políticos, apresentação de Expedito Filho

20/10/2009

Expedito Filho é jornalista e diretor corporativo do Grupo Máquina, em Brasília. Em mais de 30 anos de carreira, foi repórter, repórter especial, editor e correspondente de veículos como Veja, Época, IstoÉ, IstoÉ Dinheiro, Estado de S. Paulo, Jornal do Brasil e rádio CBN. Ganhou mais de 15 prêmios de jornalismo ao longo da carreira, inclusive três prêmios Esso.

Saiba como foi a participação de Giangreco durante o 1º Seminário de Estratégia de Comunicação e Marketing da George Washington University:

Kotscho: “Guerra suja já começou na blogosfera”

15/10/2009

Um dos jornalistas mais premiados do país, amigo do presidente Lula, Ricardo Kotscho já trabalhou como repórter em várias campanhas eleitorais, participou da Caravana da Cidadania e, em 2003 e 2004, foi secretário de Imprensa da Presidência da República. Ele foi o autor de algumas das melhores frases de efeito durante o segundo período do seminário “O Efeito Obama”, em São Paulo, o 1º Seminário de Estratégia de Comunicação e Marketing, organizado pela George Washington University.

Uma delas, sobre um dos temas principais do evento, a internet. Ele disse que ela será a ‘torcida do Flamengo’, referindo-se à expressão popular sobre a torcida como termômetro da opinião pública. “A internet tornou-se a grande arena pública de debates políticos”, afirmou.

Em relação ao comportamento dos adeptos de cada pré-candidatura à presidência, Kotscho demonstrou-se crítico na campanha que, segundo ele, já começou. “A guerra suja já começou na blogosfera”, afirmou, em referência a informações distorcidas ou exageradas pelos internautas mais engajados.

Por outro lado, o jornalista considera que a internet pode servir também para a democratização – para a lisura na arrecadação de fundos. “Os candidatos podem ficar menos à mercê dos grandes financiadores, que depois sempre cobram a fatura”, disse.

Os demais participantes da mesa foram Antonio Lavareda, Luiz Gonzalez e Marcelo Simões, todos com experiência em campanhas políticas. Lavareda e Gonzalez participaram de várias campanhas do PSDB. Lavareda criticou as restrições na legislação brasileira – que, em alguns casos, diz, “beira o ridículo” (como na proibição de cenas externas na televisão). Simões exaltou a criatividade dos comerciais brasileiros, que, segundo ele, nada devem aos de Obama.

Time brasileiro qualificado para falar do “Efeito Obama”

08/10/2009

É um time de vencedores. Para falar do efeito Obama em São Paulo, a George Washington University escolheu uma equipe brasileira mais do que experiente em campanhas políticas – e em jornalismo, publicidade e áreas afins. Juntos eles já trabalharam em centenas de campanhas eleitorais, faturaram dezenas de prêmios, atenderam as maiores empresas e principais políticos do país.

Todos estarão nos dias 15 e 16 no hotel Renaissance, durante o 1º Seminário de Estratégia de Comunicação e Marketing, ao lado de quatro estrategistas americanos que participaram da campanha de Barack Obama à presidência. O evento é uma iniciativa da George Washingon University, com vários parceiros brasileiros.

Confira quem são os 17 brasileiros que participarão dos debates:

  • André Eppinghaus. O publicitário coordenou, no Rio, as campanhas de Sérgio Cabral (em 2002 e 2006) e de Eduardo Paes, em 2008;
  • Antônio Freitas. É da agência Master Comunicação. Coordenou diversas campanhas para prefeituras, governos e Senado;
  • Antônio Lavareda. Participou de 73 campanhas políticas. Foi consultor da Secretaria de Comunicação no governo FHC;
  • Cesar Paz. Presidente da Associação Brasileira das Agências Digitais;
  • Cila Schulman. Coordenou várias campanhas e desenvolve projeto de internet e novas mídias para a Executiva Nacional do PSDB;
  • Expedito Filho. Ganhou 15 prêmios de jornalismo como repórter dos principais jornais e revistas do país. É diretor da Máquina da Notícia em Brasília;
  • Flávio Castro. Jornalista pós-graduado em Relações Internacionais (Universidade de Bolonha), especialista em gerenciamento de crise;
  • Ivo Correa. Diretor de Políticas Públicas e Relações Governamentais do Google no Brasil. Trabalhou no Senado, Ministério da Justiça e Casa Civil;
  • Luiz Gonzalez. Sócio da produtora GW, uma das maiores do país, e da Campanhas, especializada em comunicação política e eleitoral;
  • Marcelo Castelo. Sócio-diretor da agência F.biz. Especialista em celulares, faz parte da Mobile Marketing Association e edita o blog MobilePedia;
  • Marcelo Simões. O publicitário trabalhou em 36 campanhas majoritárias – como as de Eduardo Duhalde (1999) e de Lula (2002);
  • Max Petrucci. Sócio-fundador da Garage. Lançou o MSN Messenger no Brasil e foi diretor de marketing da MSN, em Londres;
  • Nelson Biondi. Consultor de imagens, especialista em gestão de crises, assessorou diversos governos estaduais. Sócio da Flying Rivers;
  • Renato Pereira. Sócio da Prole Gestão de Imagem. Coordenou campanhas de Sergio Cabral e Eduardo Paes, no Rio;
  • Ricardo Kotscho. Colunista do iG e diretor da revista Brasileiros, foi secretário de Imprensa e Divulgação da Presidência no governo Lula;
  • Rodrigo Mesquita. Sócio-fundador da SOS Mata Atlântica e sócio da RadiumSystems, que mantém a rede social Peabirus;
  • Rui Rodrigues. Vice-presidente da MPM Propaganda. Coordenou campanhas de José Serra, FHC e a campanha do Brasil na Fifa pela Copa de 2014.