Posts Tagged ‘política’

TV, internet e política

09/11/2009

Jason Ralston, o responsável pela criação da publicidade da campanha presidencial de Barack Obama, comenta sobre como aliar política, internet e televisão. Durante o 1º Seminário de Estratégia de Comunicação e Marketing da George Washington University, o estrategista ressalta que a TV continua sendo o meio mais eficaz para convencer os eleitores.

Já o grande papel da internet é organizar os apoiadores do candidato. Para ele, o fato de usar novas tecnologias na campanha reforça a ideia de que o candidato é adepto a novidades, o que de certo modo faz com que o meio se torne parte da mensagem. Veja mais sobre a palestra de Jason no vídeo abaixo:

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Ben Self comenta a relação entre política e internet

27/10/2009

Durante o 1º Seminário de Estratégia de Comunicação e Marketing da George Washington University, Ben Self, um dos estrategistas da campanha de Barack Obama, ressalta a importância da internet nas campanhas políticas e nas relações sociais.

Ben destaca que, atualmente, as pessoas buscam estreitar suas relações pela web, tendo como base experiências que proporcionam a interação e o engajamento. E essa não é uma exclusividade da política. Assita ao vídeo abaixo e saiba mais sobre o que foi discutido no seminário.

Os desafios da construção e manutenção da imagem pública de empresas e políticos, apresentação de Expedito Filho

20/10/2009

Expedito Filho é jornalista e diretor corporativo do Grupo Máquina, em Brasília. Em mais de 30 anos de carreira, foi repórter, repórter especial, editor e correspondente de veículos como Veja, Época, IstoÉ, IstoÉ Dinheiro, Estado de S. Paulo, Jornal do Brasil e rádio CBN. Ganhou mais de 15 prêmios de jornalismo ao longo da carreira, inclusive três prêmios Esso.

Saiba como foi a participação de Giangreco durante o 1º Seminário de Estratégia de Comunicação e Marketing da George Washington University:

O marketing político e o marketing institucional, apresentação de Rui Rodrigues

20/10/2009

Pós-graduado em economia pela FGV e atuando há mais de 20 anos no setor de comunicação, Rui Rodrigues é sócio e vice-presidente da MPM Propaganda. Ao longo de sua trajetória profissional, acumulou experiência em marketing institucional e político atuando em campanhas eleitorais no Brasil e no exterior, principalmente nas de Fernando Henrique Cardoso (1994 e 1998) e José Serra (2002). Rodrigues também coordenou a candidatura do Brasil como sede da Copa do Mundo da FIFA de 2014.

Resumo e videoanálise da palestra dos estrategistas de Obama

19/10/2009

A especialista em política digital Larissa Squeff, executiva da Máquina Web, faz uma análise dos principais tópicos abordados pelos estrategista da campanha eleitoral de Barack Obama durante o 1º Seminário de Estratégia de Comunicação e Marketing da George Washington University.

Micro-targeting and internet tested mail, apresentação de Peter Giangreco

19/10/2009

Formado em Ciência Política pela Universidade de Michigan e professor convidado das universidades de Chicago, Loyola e Harvard, Peter Giangreco é um dos maiores especialistas em mala direta dos Estados Unidos e foi o responsável pela estratégia de marketing direto e microtargeting da campanha presidencial de Barack Obama. Giangreco é socio do escritório The Strategy Group e possui mais de 20 anos de experiência atuando nas campanhas de Bill Clinton e Al Gore, além de ter assessorado o senador e ex-pré-candidato democrata John Edwards.

Saiba como foi a participação de Giangreco durante o 1º Seminário de Estratégia de Comunicação e Marketing da George Washington University:

MICRO-TARGETING
AND INTERNET TESTED MAIL

Internet e as redes sociais: aproximando pessoas, apresentação de Max Petrucci

19/10/2009

Sócio-fundador da Garage Interactive Marketing, Max Petrucci foi diretor de marketing de empresas como Gillette, Johnson’s, WebMotors e MSN. Nessa última, sediado em Londres, comandou um time responsável pela América Latina, Europa e Ásia. Antes de lançar a Garage no começo de 2006, foi responsável pelo lançamento do MSN Messenger no Brasil, um dos maiores sucessos da internet brasileira, hoje com cerca de 25 milhões de usuários.

Saiba como foi a participação de Max Petrucci durante o 1º Seminário de Estratégia de Comunicação e Marketing da George Washington University:

Internet será fonte de notícias negativas, diz jornalista

16/10/2009

O que predominará na campanha eleitoral de 2010, em relação às novas mídias? Uma face positiva, com os candidatos utilizando as redes sociais de modo criativo? Ou uma face negativa – câmeras de celulares, por exemplo, flagrando políticos em situações desagradáveis? Para o jornalista Expedito Filho, repórter experiente em coberturas políticas e eleitorais, ambos os fenômenos devem ocorrer. “Mas a internet vai ser grande fonte de notícias negativas”, afirma. “Mais negativas do que positivas.”

Expedito foi um dos participantes de uma mesa-redonda sobre a imagem pública de empresas e políticos, durante o 1º Seminário de Estratégia de Comunicação e Marketing, o seminário “Efeito Obama”, em São Paulo. Ele representou a Máquina da Notícia, que realiza a cobertura oficial do evento e assessora a George Washington University, organizadora da conferência ao lado de parceiros brasileiros.

Em relação à boataria, o jornalista acredita que haverá um processo natural de auto-regulação. Como se ocorresse em larga escala o mecanismo que rege a Wikipedia – com os postantes chegando a um denominador comum. “Os próprios internautas vão apontar os sites e blogs de maior credibilidade”, avalia. “Por exemplo: um blog que diz que o homem não foi à Lua e um que diz o contrário”.

Outra participante da mesa, Cila Schulman, considera importante avaliar como o candidato pode se defender do que acontece na internet. Ela se lembrou de um caso, na campanha de 2006, em que sua equipe utilizou o YouTube para atacar um candidato. A resposta se dava por duas outras vias (e não pela internet): a televisão e a Justiça. “Quando ele ia para a Justiça a gente comemorava”, afirmou – por conta da visibilidade que ganhavam as denúncias.

A história dos vacilos em campanha, especialmente em reta final, povoam o anedotário político. O deputado Fernando Gabeira (PV) perdeu as eleições no Rio após chamar uma vereadora de suburbana – demonstração fluminense típica de preconceito. O deslize foi parar na manchete de O Globo, recorda Flávio Castro, outro participante do debate.

Brasileiros falam da estratégia de internet para 2010

15/10/2009

Ivo Correa, do Google Brasil, prefere dizer o que teme: que políticos não tratem bem a internet como deveriam. “Que criem páginas no Facebook, no Orkut, perfis no Twitter, sem criar estratégia para isso. E que esses recursos percam por isso o crédito no curto prazo.”

Ivo foi um dos três especialistas brasileiros que falaram na segunda parte do 1º Seminário de Estratégia de Comunicação e Marketing, em São Paulo. Eles falaram logo após Ben Self, um dos quatro estrategistas que participaram da campanha de Barack Obama.

Max Petrucci, presidente da Garage, compara a estratégia dos políticos com a do mundo das marcas. Ele observa que, além de ter sido um fenômeno em relação à campanha on line, Barack Obama é considerado um fenômeno de marca.

“Como no meio empresarial, o meio político vai ser obrigado a fazer bem feito”, diz Petrucci, citando, por exemplo, a utilização das redes sociais (como o Facebook e o Orkut). “No mundo das marcas, várias que são hoje sinônimo de transparência, participação, preocupação com sustentabilidade, podem perder a liderança em dois ou três anos, pela velocidade da internet hoje. Isso vale para o meio político também.”

Sócio da Radiumsystems, Rodrigo Mesquita considera que o processo eleitoral na internet contribuirá para a articulação da sociedade civil na internet. Para que ela cobre mais dos políticos – tanto dos indivíduos como dos partidos. “Assim poderemos ter um ambiente político mais saudável, menos cínico”, afirmou.

No Senado, PT é quem tem mais seguidores no Twitter

14/10/2009

Seis senadores petistas possuem, juntos, 43% do total de seguidores no Twitter – considerando o universo de 81 senadores. São 42.890 seguidores, para os quase 100 mil perfis que seguem senadores.

O único senador do PDT no microblog é Cristovam Buarque – mas, sozinho, ele leva ao partido ao segundo lugar da lista. Em seguida vem o DEM, com 18.531 pessoas seguindo seis senadores. Depois, o PSDB, com 11.804 perfis – e cinco senadores com Twitter.

A ordem na Câmara dos Deputados é bem diferente: PV (por causa do líder Gabeira), DEM, PT, PCdoB e PSDB.

Três senadores já postaram mais de mil posts no Twitter: Paulo Paim (PT-RS), com 1.631, Delcídio Amaral (PT-MS), com 1.356, e Álvaro Dias (PSDB-PR), com 1.084.

Os dados foram organizados pela MáquinaWeb, do Grupo Máquina (agência de comunicação do seminário “Efeito Obama”), a partir da lista de políticos com Twitter atualizada pelo site Politweets. Os números são da noite do dia 13 de outubro.

Veja a lista, por partido, do número de perfis que seguem senadores no Twitter:

  1. PT (seis senadores) – 42.890
  2. PDT (um senador) – 21.609
  3. DEM (seis senadores) – 18.531
  4. PSDB (cinco senadores) – 11.804
  5. PMDB (três senadores) – 2.582
  6. PCdoB (um senador) – 1.504
  7. PR (um senador) – 183